8 DE SETEMBRO 

A beleza da santidade 

 “e o teu templo está eternamente adornado de santidade!” 

Salmos 93:5

    Sorte e casualidade nunca criam beleza. Só causam o caos. Mentes astutas degradam a beleza ao igualá-la à sensualidade. A beleza, como popularmente percebida, está associada à música, arte e literatura. Essas coisas não acontecem por acaso. 

    Apenas beleza pode criar beleza. Deus é belo, e a fonte de toda a beleza é Deus. Por trás da beleza da natureza, vemos um Belo Criador. Como os seres humanos são criados à imagem de Deus, nós também podemos criar obras de beleza. 

    Mas esta não é a história toda. Deus não é apenas associado à beleza, Ele é santo. A noção de santidade parece estranha à mente moderna. Se alguma coisa, a santidade é considerada chata, maçante e monótona. É visto como dura, tendo a ver com leis e regras. É a linguagem dos “fundamentalistas” e outras pessoas tensas. O mundo ridiculariza o conceito de santidade e não pode conceber um casamento entre santidade e beleza. A Bíblia, porém, traz beleza e santidade juntas. Os dois atributos são coerentes na pessoa de Deus. 

    Contrariamente às perceções modernas, a santidade não é negativa e não deve evocar a imagem de uma divindade dura, indiferente e sem alegria. A santidade de Deus é compatível com todos os Seus atributos, incluindo bondade, gentileza, perdão, graça e justiça. Todos estes se juntam para torná-lo bonito. 

     Santidade envolve uma antipatia ao mal e ao pecado. O povo de Deus é chamado à justiça e à santidade. Isso começa quando cremos em Jesus e continuamos a crescer, perseverando no nosso relacionamento com O Santo que também é belo. Estamos assim preparados para habitar para sempre na casa de Deus, uma casa adornada pela santidade. 

Leitura complementar: 2 Pedro 3:11; Efésios 5:27 

Abraham Ninan 

Traduzido por Victor Hugo de Castro e Silva

Revisto por Lilian Calaim